[vc_row type=”vc_default” full_width=”stretch_row” full_height=”yes” equal_height=”yes” parallax=”content-moving” parallax_speed_bg=”3″][vc_column][vc_single_image image=”4086″ img_size=”full”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]À primeira audição, qualquer faixa de “Essa Noite Bateu Como um Sonho”, novo disco do Terno Rei, soa como música-tema para um garoto apaixonado triste que vaga pelas ruas numa noite escura desiludido do amor.
Contribui para criar a cena o rock calminho do quarteto paulistano composto só de rapazes. A atmosfera é resultado de uma combinação mais evidente de vozes, guitarras e synths, que o grupo chama de dream-pop melancólico. Ou, em tom de blague, de sleeping rock ou sad pop.
Ao se atentar às letras, no entanto, o ouvinte se depara com expressões como “sol da meia-noite” e “uma esquina do tempo que voa”. Tais construções nos remetem a imagens que podem vir de sonhos intranquilos e permanecer na mente no dia seguinte e também das artes e do cotidiano.
“De todo lugar vem um pouquinho de inspiração. Essa letra [‘Sinais’], por exemplo, eu escrevi depois de ouvir muito um disco da banda americana The War on Drugs e, principalmente, por gostar muito, muito da capa de um de seus álbuns”, conta o vocalista Ale Sater. Algumas repetições ainda remetem a viagens internas e a um processo de autoconhecimento induzido por meditação, que de fato o vocalista Ale Sater pratica há quatro anos.
A banda que tocou no último  MiniMECA também está escalada para o primeiro dia de shows no MECAInhotim, que será realizado nos dias 7, 8 e 9 de julho, em Brumadinho (MG).

Assim como a cerveja, que há mais de um século tem sua receita inalterada, a Bud acredita em pessoas autênticas, genuínas e que fazem as coisas do seu próprio jeito. Alguns desses exemplos estão nesta página![/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]