[vc_row type=”vc_default” full_width=”stretch_row” full_height=”yes” equal_height=”yes” parallax=”content-moving”][vc_column][vc_single_image image=”7124″ img_size=”full” alignment=”center”][/vc_column][/vc_row][vc_row full_width=”stretch_row” full_height=”yes” equal_height=”yes”][vc_column][vc_column_text]

Sonho que se constrói junto vira realidade. E, em alguns felizes casos, supera todas as expectativas. Pelo retrovisor, vemos 2017 como um ano de crescimento – na relevância e no alcance, mantendo a qualidade das experiências e das relações. Exatamente como planejou o idealizador do MECA, Rodrigo Santanna, há 08 anos.

“Sempre que surgia a oportunidade, eu ia para festivais na Europa e nos EUA. O que não fazia sentido, considerando que alguns dos lugares mais incríveis do mundo são no Brasil! Comecei a construir, então, o que eu chamaria de The Biggest Smallest Cultural Platform, uma plataforma que soma aquela experiência que conheci no exterior à cena cultural, às pessoas e aos cenários cinematográficos que só existem aqui”, comenta.

Depois de consolidar o MECAInhotim na lista dos melhores festivais do país – e não foi a gente que disse! –, realizamos mais três festivais que promoveram a simbiose entre música, arte e natureza. Primeiro, o MECAIberê coloriu com as luzes do arco-íris a fachada da Fundação Iberê Camargo, em Porto Alegre, em duas noites focadas na música eletrônica. Em São Paulo, o MECAMis, no Museu da Imagem e do Som, ganhou uma agenda extensa voltada a painéis, talks e workshops. E, pra fechar, o MECAUrca, no Morro da Urca no Rio de Janeiro, com a vista da cidade como um dos headliners.

Além dos grandes eventos, continuamos a gerar o conteúdo que gostaríamos de consumir. Por exemplo, este jornal que você lê agora, distribuído (gratuitamente!) todo mês, e a MECANews, uma newsletter (também gratuita!) enviada semanalmente. Já fomos de uma conversa com o artista Ai Weiwei a um bate-papo com um ciborgue; de reportagens sobre uma nova política a outra sobre um novo consumo; de rotas com os pontos que celebram todas as formas de amor em SP a um trajeto entre os projetos arquitetônicos mais impressionantes de Belo Horizonte. E o ciclo virtuoso continuou com os projetos especiais do MECAWorks, que incluíram curadorias de eventos – como o lançamento do Fiat Argo e uma das noites do Bud Basement –, seeding pra Converse e Ray-Ban, branded content pra Farm, brand experiences pra TNT Energy Drink, cobertura de conteúdo pra Motorola, entre muitos outros. Aliás, essa é uma boa hora pra agradecer o apoio de todos que estiveram com a gente nesse ano inesquecível: muito obrigado! <3

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][ult_content_box][vc_empty_space height=”80px”][vc_text_separator title=”MECAInhotim – A consolidação de um festival que une arte e música num dos lugares mais especiais do país “][vc_media_grid element_width=”3″ grid_id=”vc_gid:1513993981223-0d92aff1-9fcd-6″ include=”7132,7133,7135,7144,7139,7140,7141,7142”][/ult_content_box][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]

Com as bênçãos de Jorge Ben Jor, patrono da música brasileira, o MECAInhotim viu sua segunda edição mais longa – com três dias consecutivos – se consagrar como um novo parâmetro de sucesso na cena de festivais. Parte da experiência  realizada em parceria com o Instituto Inhotim (MG) está ligada ao line-up, que trouxe nomes como Karol Conka, Lia Paris, Ventre, Tássia Reis, Pional, Silver City e Lumen Craft, este chamando a atenção com seu jogo de luzes. Otimizar a vivência do parque, que por si só é uma atração, foi outro acerto.   Além das ativida-des espalhadas pelo espaço, como a yoga matinal da WAKE, e palestras com mentes brilhantes – a exemplo de Bárbara Soalheiro e Felipe Anghinoni –, foram criadas visitas guiadas, como a que apresentava as plantas psicoativas cultivadas nos jardins do instituto. Para coroar, foram destaque as ações de parceiros como Taste the City, que disponibilizou um balão de ar quente; a Motorola, com uma sensacional projeção de vídeos; a TNT, com um palco para chamar de seu; a Natura, embelezando os convidados; e a Melissa, que cobriu a folia de glitter.

[/vc_column_text][vc_empty_space height=”80px”][vc_text_separator title=”MECAWorks – Ativações, curadorias e projetos especiais para marcas relevantes”][vc_media_grid grid_id=”vc_gid:1513993981265-40f788f7-0faf-4″ include=”7136,7137,7138″][vc_column_text]

Um dos grandes acertos para o MECA em 2017 foi o estreitamento de laços com grandes marcas. Elas viabilizaram nossos eventos e nós fizemos ativações e curadorias musicais para projetos especiais de marcas como FIAT, Budweiser e TNT. Prova de que boas parcerias rendem ideias e experiências incríveis.

[/vc_column_text][vc_empty_space height=”80px”][vc_text_separator title=”MECAIberê – O retorno às origens gaúchas com a proposta de agregar cultura e conteúdo à experiência da plataforma”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_media_grid element_width=”3″ grid_id=”vc_gid:1513993981275-aa538a2c-baaf-4″ include=”7147,7148,7149,7150,7152,7151,7146,7153″][vc_column_text]

Em um relacionamento sério com a arte contemporânea, a Fundação Iberê Camargo recebeu de braços abertos o retorno do MECA à Porto Alegre, terra natal da plataforma, que ali nasceu em 2014. Entregue à música eletrônica, a festa contou com a intensidade do projeto nova-iorquino The Shelter, a potência da DJ Posada, a brasilidade de Trepanado, do duo Selvagem, e a originalidade de Carrot Green, um dos artistas mais promissores do cenário musical eletrônico brasileiro.  Gabriell Cevallos, 2Brothers e Paula Vargas, vencedora do BudMECAChallenge, também brilharam no evento, que contou ainda com painéis sobre temas contemporâneos. São exemplos: “A festa nunca termina, mas se transforma: hedonismo, negócios e ativismo, como equilibrar?”, com  representantes da cena local falando de eventos alternativos como a festa Bronx, e “Produção cultural como ferramenta de discussão de gênero e representatividade”, que ressaltou a importância de colocar minorias como protagonistas da programação e da curadoria de eventos.

[/vc_column_text][vc_empty_space height=”80px”][vc_text_separator title=”MECAMis – Uma programação de talks e workshops para pensar, dialogar e contestar o que é essencial à cidade”][vc_media_grid element_width=”3″ grid_id=”vc_gid:1513993981292-15ad28f0-fff5-10″ include=”7154,7158,7157,7159,7161,7155,7156,7160″][vc_column_text]

Mais do que uma busca por cenários incríveis para abrigar uma agenda vasta que contempla temas como música e conhecimento, o MECA tem como objetivo promover uma troca cultural com espaços que também entendam a arte, a arquitetura e a natureza como ferramentas para melhor compreender o mundo. A parceria com o Museu da Imagem e do Som (MIS) refletiu bem essa confluência de ideias e vontades. Com as portas abertas, o MECAMis trouxe ao holofote discussões importantes, como amor e sexo nos tempos modernos, as novas políticas e a liberdade na arte. Para quem buscava uma “viagem guiada”, o evento reservou palestras solo, como a de autonomia afetiva, conduzida por Anna Haddad, a de wearables, encabeçada por Lina Lopes, ou de ativismo racial on e offline, ministrado por Silvana Bahia, da Olabi. A mesma versatilidade marcou presença nas picapes, por onde passaram a americana Nomi Ruiz, referência na comunidade LGBTQ por narrar sua história como transexual em composições, e a brasileiríssima Pathy Dejesus, que não deixou ninguém parado com um setlist de alta voltagem com suas preciosidades em vinil. Cacos, o vencedor do BudMECAChallenge, também fez valer cada um dos votos populares que recebeu. A cereja no bolo foi a première do longa “Híbridos, os Espíritos do Brasil”, dirigido por Pricilla Telmon e Vincent Moon, que mostra a jornada musical de diferentes rituais religiosos pelo país.

[/vc_column_text][vc_empty_space height=”80px”][vc_text_separator title=”MECAUrca – Com ingressos esgotados, festival reforça veia indie com shows de Homeshake e Washed Out”][vc_media_grid element_width=”3″ grid_id=”vc_gid:1513993981309-441f061b-3479-9″ include=”7162,7163,7164,7165,7166,7167,7168,7169″][vc_column_text]

Em um dos cartões-postais do Rio de Janeiro, o MECAUrca toruxe ao Brasil o dream pop dançante do canadense Homeshake, que estreou em solo brasileiro, e o chillwave do americano Washed Out – caracterizado pelo uso de efeitos sonoros, sintetizadores, loops e samples de vocais melódicos. O cenário de paisagens deslumbrantes e a “carona” de bondinho colaboraram para arrematar perfeitamente o clima. O resultado: os ingressos se esgotaram antes mesmo de a festa começar. No palco principal, Nomi Ruiz voltou a marcar presença. E, além dos headliners, se dividiram pelas outras duas pistas o duo Balako, de Diogo Strausz e Rodrigo Peirão, que fez um set dançante de funk eletrônico com muito groove, e Pathy Dejesus, que assumiu novamente picapes com hip-hop, clássicos do rap nacional e doses de samba, soul e MPB. Festas com personalidade também tiveram espaço. O coletivo Minha Luz É de Led, que no Carnaval de 2017 chegou a mobilizar 15 mil foliões pelas ruas do Rio, apresentou seu mix de tecnobrega com Daft Punk. Já o Heavy Baile, que tem single com Tropkillaz e MC Carol, foi representado pelo MC Tchelinho e o DJ Leo Justi, que mostraram a nova cara do funk, com sintetizadores e vocais. Completaram a programação os DJs Filipe Raposo, Larissa Busch e Pedro Zuim. A banda vencedora do BudMECAChallenge, O Grito, apostou em canções originais na sua estreia em festivais. Para terminar, a última atração foi uma gentileza à parte: o nascer do sol visto do bondinho descida abaixo. Não poderia ser melhor.

[/vc_column_text][vc_empty_space height=”80px”][vc_text_separator title=”MECATalks – Encontro semanal para discutir temas como música, educação e produção audiovisual”][vc_media_grid grid_id=”vc_gid:1513993981333-7762f8bd-7090-4″ include=”7170,7172,7171″][vc_column_text]

Como sociedade, precisamos admitir e aceitar que é impossível ignorar o elefante no meio de sala: determinados assuntos carecem de discussões qualificadas, embasadas em argumentos concretos. Foi a partir dessa constatação que nos sentimos motivados a abrir o deck do MECASpot todas as quartas-feiras para uma roda de conversa significativa. Gratuito e sem restrição etária, o evento conectou ideias e pessoas interessantes a partir da discussão interna de temas sobre os quais tínhamos dúvidas ou que gostaríamos de nos aprofundar – material rico que acabou retroalimentando nossa plataforma de conteúdo. Smpre envolvendo especialistas em suas respectivas áreas de atuação. A relevância dos videoclipes no atual contexto abriu o projeto. Para tanto, contamos com a presença do mestre dos videoclipes nacionais André Peniche, o músico Vinícius Lepore, também o último programador de clipes da MTV, além do baixista Guilherme D’Almeida, d’O Terno. Na sequência foram contemplados bate-papos sobre a moda como instrumento de resistência, alternativas de educação nos tempos modernos, e os caminhos do cinema em plataformas digitais de streaming.

[/vc_column_text][vc_empty_space height=”80px”][vc_text_separator title=”MINIMeca – Um versão mini dos nossos festivais, com vivências, shows, DJ sets e market de produtores locais”][vc_media_grid element_width=”3″ grid_id=”vc_gid:1513993981343-5d6e238e-1ab5-0″ include=”7175,7173,7174,7176″][vc_column_text]

Encontro mensal do MECA focado em música e arte, o MiniMECA estreou em março no MECASpot. Com a proposta de ser radar da cena independente, o projeto trouxe todo primeiro sábado do mês shows, DJ sets, um pequeno market com produtos autorais e atividades como uma oficina de upcycling, além de uma vivência sobre diversidade com o coletivo MOOC e uma conversa com o Pink Bullish sobre empoderamento financeiro direcionado a mulheres. Para embalar tudo isso, passaram pelo nosso QG nomes como o britânico Chad Valley, Kafé, Rico Dalasam, Luiza Lian e a banda Jules, todos com novidades nos respectivos repertórios. O evento gratuito também marcou a chegada de cada nova edição deste MECAJournal, que apresenta o melhor das agendas de São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre e Rio de Janeiro, reportagens de cultura e comportamento, perfis de gente que está fazendo diferença no mercado e entrevistas acerca de processos criativos.

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