[vc_row type=”vc_default” full_width=”stretch_row” full_height=”yes” equal_height=”yes” parallax=”content-moving” parallax_image=”2303″ parallax_speed_bg=”3″][vc_column][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]A polarização gastronômica é tão estéril quanto a política: nesse impasse do “tudo ou nada”, há sempre quem opte pela segunda e continue levando adiante as mesmas crenças e práticas, sem mudar nada, independentemente do impacto que isso cause. Quem sentiu na pele essa divisão “8 ou 80” foi o ativista americano Brian Kateman, que, apesar de vegetariano, se viu ridicularizado ao comer um pedaço de carne em situações atípicas e espaçadas. Certo de que não era um desvio de personalidade ou moral, Brian achou melhor cunhar um termo que refletisse melhor seus valores — e aí nasceu o redutivarianismo, um vegetarianismo soft, bem mais flexível. Neste grupo cabem aqueles que reduzem drasticamente o consumo de carne pensando em melhorar a saúde e o mundo.
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