[vc_row type=”vc_default” full_width=”stretch_row” full_height=”yes” equal_height=”yes” parallax=”content-moving” parallax_speed_bg=”3″][vc_column][vc_single_image image=”5461″ img_size=”full” alignment=”center”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]A cantora Patti Smith escreveu um lindo relato de sua amizade com Sam Shepard, dramaturgo norte-americano que morreu, aos 74 anos, no último 30 de julho. Contemporâneos, os dois fizeram parte do movimento de contracultura da Nova York dos anos 1970 e, desde então, se mantiveram próximos, trocando experiências, referências literárias e criações — ele, no teatro; ela, na música e na literatura. Abaixo, você confere um dos trechos mais tocantes do texto em que Patti descreve os dias ao lado do dramaturgo já perto do fim.
“Tínhamos nossa rotina: acordar. Preparar-se para o dia. Tomar café, um pouco de comida. Começar o trabalho, escrever. Então, uma pausa, lá fora, para sentar-se nas espreguiçadeiras e olhar a terra. Naquele momento, nós não precisávamos falar, e isso é que é uma amizade verdadeira. Nunca incomodada com o silêncio que, na sua forma de acolhimento, é também uma extensão da conversa. Nos conhecíamos há tanto tempo. Nosso jeito não podia ser definido ou descartado com algumas palavras sobre uma juventude imprudente. Nós eramos amigos; bons ou ruins, éramos apenas nós mesmos. A passagem do tempo apenas fortaleceu isso.”
Leia o texto completo: The New Yorker.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]