[vc_row type=”vc_default” full_width=”stretch_row” full_height=”yes” equal_height=”yes” parallax=”content-moving” parallax_image=”2896″ parallax_speed_bg=”3″][vc_column][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]Para Nicole Kidman, não houve muitos avanços no que diz respeito ao número de oportunidades de trabalho para diretoras mulheres no cinema: “Apenas 4% dos principais filmes de 2016 foram dirigidos por mulheres”, explica a atriz australiana durante entrevista coletiva no Festival de Cannes para divulgar o novo filme de Sofia Coppola. “Isso diz tudo. E acho que é algo importante a ser dito e repetido. Isso é básico: nós, como mulheres, precisamos apoiar diretoras mulheres. Todo mundo diz que muita coisa mudou, mas não é verdade. Escutem as estatísticas”.
Estrela do longa de Coppola, “O estranho que nós amamos”, Kidman também está na Croisette representando outros três projetos: os filmes “The Killing of a Sacred Deer”, de Yorgos Lanthimos, e “Como falar com garotas em festas”, de John Cameron Mitchell, e a segunda temporada da série “Top of the Lake”, de Jane Campion — a única mulher a ganhar o principal prêmio do festival”.
Saiba mais: The Hollywood Reporter[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]