[vc_row type=”vc_default” full_width=”stretch_row” full_height=”yes” equal_height=”yes” parallax=”content-moving” parallax_speed_bg=”3″][vc_column][vc_single_image image=”5284″ img_size=”full” alignment=”center”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]Toda a beleza e diversidade do MECAInhotim foi majestosamente capturada pela precisão do Moto Snap Hasselblad, snap acoplado ao Moto Z2 pilotado pelo sempre habilidoso Lucas Moura, um dos fotógrafos oficiais do evento.

Entre um clique e outro, a Motorola deixou tudo ainda mais bonito ao trazer para o festival o cineasta Pedro Urizzi, que depois de rodar o mundo com seu filme, com direito a conexões em Cannes e Milão, pousou no MECAInhotim para assumir os comandos do super Moto Snap Insta-Share Projector.

Com uma sensibilidade ímpar e a tecnologia de ponta da empresa americana, Pedro levou todos para uma expedição ao centro das profundezas humanas.

O criativo começou sua intervenção na Igrejinha com um bate-papo filosófico sobre como o mundo pode tornar-se uma grande tela graças ao projetor portátil da Motorola. “O entretenimento estava restrito às poucas polegadas de um celular ou computador, o que implicava uma experiência solitária, mas agora, com o Moto Snap Insta-Share Projector, qualquer superfície se torna uma tela e uma possibilidade coletiva de diversão, troca ou aprendizado”, diz Pedro.

Na sequência, o cineasta se dedicou a fechar as janelas da Igrejinha, enquanto narrava a história da arte dando particular atenção à câmera escura, a percussora do entretenimento em tempos modernos.

Para deixar tudo mais interativo e convidar os presentes a pertencer àquele espaço de discussão, Pedro deu aos visitantes o Moto Z2, para que pudessem exercer seus pontos de vista e projetar o mundo que enxergavam ali.

“Nesse momento a gente viu o workshop sair do campo das palavras e virar, de fato, uma experiência coletiva. Foi lindo!”, completa.

Ainda de acordo com o cineasta, essa percepção não se limitou à sua apresentação. Veterano de MECAInhotim, Pedro destaca a imersão profunda que fez nesta edição do festival, o qual carinhosa e brilhantemente chama de “centro de gravidade de encontros e reencontros”.

Esperamos encontrá-los mais e mais vezes no MECAInhotim e além, Pedro.

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