[vc_row type=”vc_default” full_width=”stretch_row” full_height=”yes” equal_height=”yes” parallax=”content-moving” parallax_image=”2858″ parallax_speed_bg=”3″][vc_column][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]Era hora da história na filial do Hudson Park da Biblioteca Pública de Nova York, em Greenwich Village. Pais e crianças aguardavam a chegada da contadora de histórias. Quando finalmente adentrou a sala — com seu um metro e oitenta de altura, collant multicolorido, tutu roxo e sapatos de salto de 15 cm –, Harmonica Sunbeam foi recebida com aplausos educados dos adultos e um verdadeiro escândalo dos infantes que, geralmente, reservam esse tipo de reação para personagens da Disney. Ela estava lá para ler o livro infantil “Morris Micklewhite and the Tangerine Dress”, de Christine Baldacchino, que conta a história de um menino que usava vestidos.
A história acima é narrada em reportagem do jornal New York Times sobre o “Drag Queen Story Hour”, projeto que leva drag queens para lerem histórias para crianças em bibliotecas públicas. A iniciativa teve início em São Francisco, em 2015, se espalhou para a Biblioteca do Brooklyn no verão passado e agora foi adotada pela Biblioteca de Nova York, atraindo a atenção do público e fazendo grande sucesso. Será que em breve teremos algo parecido no Brasil?

Saiba mais: The New York Times

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