[vc_row type=”vc_default” full_width=”stretch_row” full_height=”yes” equal_height=”yes” parallax=”content-moving” parallax_speed_bg=”3″][vc_column][vc_single_image image=”6440″ img_size=”full” alignment=”center”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]O horário de verão começou faz pouco tempo, mas esqueceu de combinar com o calor, que está aí, firme e forte, muito antes de seu reinado. E essa briga não tem jeito, a gente só vence na base do golpe baixo: ar condicionado, essa maquininha que faz a conta de luz dobrar e cobra juros do aquecimento global.

Na falta de opção, apelamos para o que tínhamos disponível… até agora. Dois pesquisadores da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, desenvolveram uma película capaz de refrigerar casas e prédios sem emitir nenhum gás poluente e sem consumir energia alguma.
A invenção de Ronggui Yang e Xiaobo Yin não é nenhuma novidade: são lâminas feitas de polimetilpenteno, um plástico transparente, com a adição de pequenas pedrinhas de vidro; depois, uma das faces é revestida de prata.

O funcionamento da engenhoca é bem explicado pela Exame: “Ao colocar a película sobre o telhado de uma casa, o lado prateado deve ficar por baixo. A luz solar é refletida pela face prateada através do plástico, o que impede o aquecimento da casa. Além disso, o calor interno é liberado para a atmosfera graças a uma complexa relação entre o diâmetro das pedrinhas de vidro e o comprimento das ondas que escapam para o espaço”.

Segundo os pesquisadores, basta meros 20 metros quadrados do filme para manter a temperatura de uma residência comum em 20°C, mesmo quando os termômetros apostam 37°C lá fora.

Além de ajudar o meio ambiente, a invenção pode colocar fim na briga pelo controle do ar condicionado nos escritórios do Brasil e do mundo — já pensou?[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]