[vc_row type=”vc_default” full_width=”stretch_row” full_height=”yes” equal_height=”yes” parallax=”content-moving” parallax_speed_bg=”3″][vc_column][vc_video link=”https://www.youtube.com/watch?v=7Qb1c0nRQgE&t=2s”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]Quando as cortinas se abrem e os holofotes entram em ação, o palco revela o real talento de quem sobe ao palco e o preconceito de quem se esconde na coxia: o manequim que recebe os aplausos, aparentemente, não passado do número 38.

Akira Armstrong sentiu na pele essa limitação. Natural de Nova York, a dançarina embarcou para Los Angeles para participar da gravação de um clip da Beyoncé. Enquanto na Cidade dos Anjos, Akira decidiu entrar em contato com alguns empresários e agências, na esperança de conseguir outras oportunidades semelhantes. Cada um dos contatos que fez foi negado. O motivo? Ninguém representa mulheres “plus size”.
Em vez de insistir diante de portas que jamais abririam, a dançarina resolveu inventar o seu próprio caminho — e fundou assim o “Pretty Big Movement”, uma companhia de dança que coloca em xeque os estereótipos de dançarinas.

À frente de aulas que inspiram (e libertam) dezenas de dançarinas, Akira tem a oportunidade de ser uma profissional melhor a cada dia — e também de fazer as pazes com o seu passado. Em entrevista ao The Scene, a nova yorkina confessou que seu apreço pela dança lhe causou muitas dores, porque ela sabia que o seu corpo era diferente dos demais participantes, e suas curvas avantajadas não cabiam nas roupas das apresentações. “Eu sempre tive que usar fantasias diferentes dos demais, por conta do meu corpo, e fui caçoada até por parentes”, relata, tentando conter as lágrimas.

Mas no melhor estilo “quem dança seus males espanta”, Akira logo se volta para o espelho e faz seu protesto da forma que sabe melhor: coreografado e ritmado.
[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]