[vc_row type=”vc_default” full_width=”stretch_row” full_height=”yes” equal_height=”yes” parallax=”content-moving” parallax_speed_bg=”3″][vc_column][vc_single_image image=”5568″ img_size=”full” alignment=”center”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]Tudo ali é baseado em fatos reais e contado em primeira pessoa: na “Human Library”, uma ideia nascida na Dinamarca, nos anos 2000, pessoas narram aos interessados suas histórias e compartilham seus aprendizados.

O que era para ser uma intervenção artística pontual ganhou mais substância e longevidade anos mais tarde, já que, em 2016, um coletivo de intelectuais indianos lançou a sua própria versão do projeto, feito à imagem e semelhança do original.

Depois de percorrer 80 países, a Human Library prevê que os visitantes “aluguem” pessoas por 30 minutos, tempo suficiente para uma conversa profunda. Durante o bate-papo, os interessados podem fazer quantas perguntas quiserem para que não haja nenhum tipo de mal-entendido.

Todo mundo pode se voluntariar a ser um “livro humano”, mas é preciso passar por uma curadoria, que privilegia histórias e experiências relevantes — aquelas que valem a pena ser compartilhadas.
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