[vc_row type=”vc_default” full_width=”stretch_row” full_height=”yes” equal_height=”yes” parallax=”content-moving” parallax_speed_bg=”3″][vc_column][vc_single_image image=”4262″ img_size=”full” alignment=”center”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]A vida no campo parece ter mais textura, como mostra o Instagram da Lano-Alto, uma fazenda/plataforma de comunicação liderada por Yentl Delanhesi, 29, e Peèle Lemos, 35.
Os dois viviam na capital paulista quando aceitaram uma oportunidade de trabalho nos Estados Unidos. Em Los Angeles, um curso de queijaria se transformou em convite para estagiar em uma fazenda urbana em Altadena. Yentl também se envolveu, e os dois aprenderam a fazer conservas de vegetais, embutidos, pães, bebidas fermentadas e destiladas, torrar café, coletar plantas selvagens comestíveis.
A vida estava assim, meio urbana, meio rural, até que surgiu a possibilidade de liderar um projeto de expansão conceitual e física do Instituto Inhotim, em Brumadinho (MG). “A gente estava pesquisando sobre a nova vida contemporânea, pensava temas como descentralização, planos de negócios que contemplem outras moedas que não dinheiro, relações de autonomia e dependência… De repente viu que estava pesquisando sobre a própria vida.”
Em São Luiz do Paraitinga, a Casa Modernista Caipira, dos arquitetos Márcio Kogan e Lair Reis, prevê autonomia na geração de energia, recolhimento de água pluvial, fogão à lenha no terraço e horta orgânica na cobertura. Com o mote “desconectar para conectar”, a propriedade do século 19 oferece uma programação de workshops com temas como sustentabilidade e gastronomia vegetariana.
Essa semente dos novos tempos não cresce apenas em áreas rurais: um canteiro na varanda pode ser suficiente . No apartamento da empresária Lena Mattar, 31 anos, um puxadinho na janela da área de serviço faz as vezes de suporte para a horta, enquanto, na sala, um jardim suspenso abriga as ervas caseiras que abastecem as receitas da casa.
A expedição Farm to Table SP, em sua 8ª edição, leva gente da cidade ao campo para conhecer, colher e comer orgânicos na fazenda Santa Adelaide, em Morungaba (SP). Mesmo com os pés fincados no asfalto, há opções: feiras e cursos ensinam a montar hortas urbanas e a reconhecer PANCs (plantas alimentícias não convencionais) —  vide o blog PancNaCity, da nutricionista Neide Rigo.
Todas essas iniciativas desempenham o importante papel de estreitar o contato com o alimento em estado puro. E, a partir dele, fazer comida fresca, saudável, saborosa, sazonal. #comidadeverdade

A Onda Virtual da Nova Era é a plataforma de conteúdo da Ahlma. Dividimos histórias pautadas por tudo aquilo que acreditamos para o futuro — um novo você, um novo nós,um novo mundo. Leia mais aqui.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]